Quem tem nome sujo pode abrir MEI?

Ter o nome “sujo” é uma das maiores angústias para quem deseja iniciar um negócio próprio, especialmente ao pensar em se formalizar como Microempreendedor Individual. Quem enfrenta restrições no CPF muitas vezes acredita que está automaticamente impedido de abrir um MEI ou ter acesso às vantagens desse regime simplificado. Mas será que o histórico de dívidas realmente impede esse passo? A resposta não é tão óbvia quanto parece e, entender as regras atuais, pode abrir portas para sua próxima fase profissional.

Neste artigo, você vai descobrir o que realmente impede ou não a formalização como MEI para quem está com restrição no nome, além de entender todas as nuances entre CPF com pendências, as possíveis restrições ao CNPJ e o impacto das dívidas na rotina do microempreendedor. Verá como funciona o processo de abertura, se ter débitos pode provocar bloqueios e como lidar ao buscar conta bancária ou linhas de crédito como MEI, mesmo com o nome sujo. Aproveite para descobrir caminhos para regularizar sua situação financeira e como empreender mesmo em cenários de adversidade. Se sua dúvida é se ainda vale a pena abrir empresa mesmo enfrentando essa barreira, aqui estão as respostas que você procura.

O que é MEI e quais são os requisitos para abrir?

O Microempreendedor Individual, mais conhecido como MEI, é uma forma simplificada de formalização destinada a quem trabalha por conta própria, permitindo legalizar suas atividades de maneira acessível e com poucos custos. Criado para impulsionar pequenos negócios, o MEI facilita a obtenção de CNPJ e o acesso a benefícios como emissão de nota fiscal, acesso ao INSS e participação em licitações públicas, trazendo mais segurança e oportunidades ao autônomo.

Para abrir um MEI, é preciso atender a alguns requisitos específicos — todos definidos pela legislação vigente e pelos órgãos de cadastro de empresas. Veja abaixo os principais critérios para formalizar-se como Microempreendedor Individual:

  • Faturamento: A receita bruta anual não pode ultrapassar o limite estabelecido para o MEI (valor atualizado anualmente pelo governo).
  • Atividade permitida: O interessado deve exercer uma das atividades econômicas enquadradas como permitidas para o MEI, descritas em uma lista oficial específica.
  • Não participação em sociedade: A pessoa não pode ser sócia, administradora ou titular de outra empresa ao mesmo tempo.
  • Ter no máximo um empregado: É permitido contratar até um funcionário com registro em carteira.
  • Maioridade ou emancipação: A formalização só é possível para maiores de 18 anos ou, em alguns casos, para maiores de 16 anos emancipados.
  • Residência no Brasil: É preciso ter endereço fixo no país.

O processo de abertura do MEI hoje é totalmente online e gratuito, feito no Portal do Empreendedor. Boa parte das informações solicitadas são simples: CPF, identidade, endereço, descrição da atividade e número de contato. Após o cadastro, o empreendedor já recebe o CNPJ e pode começar a operar formalmente.

Vale lembrar que o MEI precisa estar atento a suas obrigações fiscais, como o pagamento mensal do DAS e a entrega da declaração anual. Todas essas facilidades tornam o MEI uma das portas de entrada mais acessíveis para quem deseja sair da informalidade e buscar crescimento no próprio negócio, independentemente de sua área de atuação.

Ter nome sujo impede abrir MEI?

Ter o nome sujo, ou seja, possuir restrição no CPF, não impede a abertura do MEI na maioria das situações. Isso significa que, mesmo que você esteja negativado em órgãos como o SPC ou Serasa devido a dívidas anteriores, é possível formalizar-se como Microempreendedor Individual. A plataforma oficial do governo para registro do MEI não realiza consulta automática de restrições financeiras no CPF durante o processo. Dessa forma, o objetivo de incentivar a formalização e gerar renda fala mais alto do que a situação do CPF.

Restrições de CPF e impacto na abertura do MEI

O sistema nacional do MEI permite que pessoas com restrições no CPF consigam abrir seu CNPJ normalmente. Ou seja, ter pendências financeiras, como contas em atraso ou dívidas bancárias registradas, não será barreira inicial para a obtenção da formalização como microempreendedor individual.

Apesar de o cadastro ser permitido, é importante saber que o CPF precisa estar regularizado perante a Receita Federal, ao menos em relação a pendências cadastrais como ausência de declaração de imposto de renda ou cadastro suspenso ou cancelado. Nestes casos específicos, o sistema impede a abertura do MEI até que a situação do CPF seja resolvida. Essas são exceções relacionadas ao cadastro, e não diretamente a restrições de crédito. Ou seja, se seu nome está apenas negativado por dívidas, mas seu CPF está ativo e regular na Receita Federal, você não encontra barreira para formalização.

Por outro lado, mesmo com o MEI aberto, quem tem o nome sujo pode enfrentar dificuldades em serviços financeiros relacionados ao novo CNPJ, como:

  • Dificuldade para obter empréstimos ou financiamentos bancários em nome da empresa.
  • Limitações para abrir conta PJ em alguns bancos, dependendo da análise interna de cada instituição.
  • Possíveis restrições para emissão de cartões de crédito vinculados ao CNPJ.

Mesmo assim, a formalização como MEI pode ser um grande passo para quem busca reorganizar a vida financeira, gerar novas fontes de renda e até facilitar negociações futuras para regularizar o CPF.

Quais motivos impedem a abertura de MEI?

Diferença entre restrição no CPF e impeditivo no CNPJ

A abertura do MEI pode ser realizada mesmo que o futuro microempreendedor esteja com restrições financeiras no CPF, popularmente conhecido como nome sujo. Ou seja, ter dívidas e pendências financeiras registradas no CPF não é um impeditivo automático para quem deseja formalizar um novo CNPJ. O sistema do Governo Federal que regulamenta o MEI não faz consultas de inadimplência ao SPC ou Serasa no momento da inscrição.

Por outro lado, existem motivos específicos que realmente impedem a formalização do MEI. O principal obstáculo está relacionado à situação cadastral do CPF junto à Receita Federal. Caso o CPF esteja suspenso, cancelado, nulo ou seja de titular falecido, a abertura do MEI será bloqueada pelo sistema. Além disso, se houver divergência nos dados cadastrais, como nome ou data de nascimento diferentes dos registros oficiais, também será necessário regularizar essas informações antes de avançar no processo digital.

É importante diferenciar as pendências do CPF daquelas ligadas diretamente ao CNPJ. Um CNPJ apto à abertura não pode pertencer a pessoa que seja titular, sócio ou administrador de outra empresa, com exceção de atividades permitidas pelo MEI. O sistema impede automaticamente a formalização de um novo MEI se identificar vínculos societários proibidos.

Também é relevante destacar que determinados débitos tributários em nome do titular, como pendências eleitorais ou com a Receita Federal, podem limitar a geração do CNPJ caso impeçam a regularidade da inscrição. Estes bloqueios são diferentes da mera inadimplência com bancos, empresas ou financeiras. Assim, mesmo que o nome esteja sujo em órgãos de proteção ao crédito, a abertura do MEI geralmente é possível, salvo os casos citados envolvendo documentação irregular ou vínculos proibidos em outros CNPJs.

Em resumo: restrições financeiras no CPF não impedem a abertura de um MEI, mas problemas cadastrais e determinados vínculos empresariais sim. Por isso, conferir e atualizar sus dados junto à Receita Federal antes de iniciar o processo garante menor risco de bloqueios.

Vantagens e desvantagens de abrir MEI com nome sujo

Abrir um MEI tendo o nome “sujo” — ou seja, com restrição no CPF junto a órgãos como SPC ou Serasa — é possível, mas traz um conjunto particular de pontos positivos e negativos que merecem atenção. Entender essas nuances é essencial para decidir se esse é o melhor caminho para sua situação atual.

Entre as principais vantagens, o destaque vai para a possibilidade de regularização na formalidade mesmo em situação de inadimplência pessoal. Quem está com o nome restrito pode emitir CNPJ, emitir notas fiscais, ter acesso a benefícios previdenciários, INSS e até participar de licitações ou vender para empresas e órgãos públicos que exigem cadastro fiscal. Além disso, o processo de abertura do MEI costuma ser rápido, gratuito e inteiramente digital, não havendo consulta restritiva ao CPF do titular para efeito de criação do CNPJ.

  • Acesso à formalização: Mesmo com pendências pessoais, você pode iniciar um negócio legalizado, se proteger contra fiscalizações e atuar de forma regularizada.
  • Benefícios do INSS: Contribui para previdência, permitindo aposentadoria por idade, auxílio-doença, salário-maternidade, entre outros direitos.
  • Emissão de notas fiscais: Possibilita fornecer serviços ou produtos para empresas que exigem nota fiscal, ampliando suas oportunidades de negócio.
  • Facilidade no processo: O MEI é uma das formas mais simples de abrir empresa, sem burocracia extra por conta das dívidas pessoais.

Por outro lado, as desvantagens de ser MEI com nome sujo aparecem especialmente após a abertura. Mesmo com CNPJ ativo, o empreendedor pode enfrentar dificuldades para conseguir conta bancária empresarial, cartões de crédito, financiamentos, empréstimos para pessoa jurídica e até maquininhas de cartão, já que instituições financeiras costumam consultar o CPF do responsável antes de aprovar novos serviços. A análise de crédito será mais rigorosa, podendo gerar negativas automáticas, limites reduzidos ou taxas de juros mais altas.

  • Restrições bancárias: Abertura de conta PJ e acesso a crédito podem ser limitados ou suspensos por conta das pendências do titular.
  • Dificuldades em obter empréstimos: Linhas de crédito específicas para MEI podem ser negadas devido às restrições do CPF vinculado ao CNPJ.
  • Gestão financeira comprometida: Sem conta empresarial, pode ser mais difícil separar o dinheiro da empresa do pessoal, o que pode levar a desorganização nas finanças.

Portanto, é viável formalizar seu negócio como MEI mesmo com o nome restrito, mas o cenário exige planejamento, pois certas vantagens financeiras podem ser comprometidas na prática. O ideal é buscar, com o tempo, a regularização do CPF e do CNPJ para aproveitar ao máximo as oportunidades que o MEI oferece e minimizar possíveis entraves à expansão do seu empreendimento.

Meu MEI pode ser bloqueado se eu tiver dívidas?

Ter dívidas pessoais, como contas atrasadas ou restrição no CPF, não bloqueia automaticamente o CNPJ do MEI. Ou seja, mesmo com o nome sujo, o microempreendedor pode abrir e manter seu cadastro ativo como Microempreendedor Individual.

No entanto, é importante saber que existem situações em que o MEI pode ser bloqueado ou ter restrições, e elas geralmente estão relacionadas ao não cumprimento das obrigações do próprio MEI, e não ao histórico de dívidas pessoais do titular.

O principal motivo para bloqueio do MEI está ligado ao não pagamento das contribuições mensais (DAS), à falta de entrega da Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI), ou ainda à inscrição do CNPJ como inapto na Receita Federal por longo período de irregularidade. Nestes casos, o bloqueio ou até mesmo o cancelamento ocorre porque o MEI deixou de cumprir suas obrigações fiscais, não por causa de restrições ligadas ao CPF do responsável.

  • Débitos pessoais: Não interferem diretamente no CNPJ, mas podem afetar acesso a crédito e contas bancárias empresariais.
  • Dívidas do MEI: Atraso do DAS, inadimplência e falta de declaração podem levar à suspensão, ao bloqueio ou à exclusão do Simples Nacional.
  • Cobranças: Dívidas em aberto do MEI podem ser cobradas judicialmente e enviadas para a Dívida Ativa da União.

Em resumo, se a dúvida é “meu MEI pode ser bloqueado apenas por eu ter o nome sujo?”, a resposta é não. O CNPJ só será bloqueado caso o próprio MEI descumpra suas obrigações legais e fiscais. Já para quem busca acessar benefícios, como linhas de crédito ou financiamentos como MEI, o histórico de dívidas pessoais pode ser um fator limitador, pois bancos e instituições financeiras costumam consultar o CPF do responsável.

Portanto, manter as obrigações do MEI em dia é fundamental para não correr riscos de bloqueio ou suspensão, independentemente do status do nome do titular na praça.

Abrindo MEI: passo a passo mesmo com restrição no nome

Ter restrição no nome não impede o cidadão brasileiro de formalizar um negócio como Microempreendedor Individual. Mesmo que existam débitos em aberto vinculados ao CPF — sejam eles de cartão de crédito, financiamentos ou protestos — o processo de abrir MEI segue praticamente o mesmo para todos, sem bloqueios automáticos por inadimplência. O sistema não faz consulta à situação financeira para liberar o CNPJ, salvo casos muito específicos, como dívidas ativas com órgãos federais bloqueadoras de CPF.

O primeiro passo é acessar o Portal do Empreendedor no site oficial do Governo Federal, onde está disponível o cadastro online para se tornar MEI. Para isso, é fundamental que o futuro microempreendedor tenha um CPF regularizado junto à Receita Federal. Isso significa que, mesmo havendo restrição por inadimplência em órgãos de proteção ao crédito, o CPF não pode estar com pendências cadastrais graves, como informações divergentes ou falta de regularização da Declaração de Imposto de Renda (quando devida).

Veja o passo a passo simplificado para abrir seu MEI, mesmo com restrição no nome:

  1. Acesse o Portal do Empreendedor e clique na opção para formalizar-se.
  2. Faça login com sua conta Gov.br. É importante que o CPF esteja regular apenas do ponto de vista cadastral.
  3. Preencha as informações solicitadas: dados pessoais, endereço e área de atuação (atividade principal e secundária).
  4. Confirme as informações, leia atentamente as declarações e finalize sua inscrição.
  5. Após a conclusão do cadastro, seu CNPJ é gerado na hora e você está legalmente registrado como microempreendedor.

Importante destacar que possíveis dívidas no CPF não atrapalham a liberação do CNPJ MEI e nem impedem a obtenção do número de inscrição estadual ou municipal, se necessário para o seu segmento. No entanto, pode haver dificuldades futuras, principalmente para acessar serviços financeiros ou crédito, mas a formalização é plenamente possível.

Em síntese, mesmo quem está com o nome sujo pode abrir MEI e garantir os direitos e deveres desse regime simplificado, sem burocracia extra no processo formal de inscrição.

MEI com nome sujo: posso abrir conta bancária e ter crédito?

Ter o nome sujo não impede que uma pessoa abra uma conta bancária para o CNPJ do MEI, mas pode trazer restrições importantes na prática. Ao formalizar-se como Microempreendedor Individual mesmo com restrição no CPF, o titular pode solicitar a abertura de conta PJ (Pessoa Jurídica) normalmente. Os bancos geralmente avaliam o CNPJ recém-criado e o perfil do empreendedor, mas a negativação no CPF costuma não ser um impeditivo para a conta digital ou simplificada.

Contudo, a situação muda quando o assunto é crédito. Se o empreendedor estiver inadimplente, é provável que encontre dificuldade para conseguir empréstimos, cartões de crédito e financiamentos ligados ao MEI em bancos tradicionais. Isso ocorre porque as instituições financeiras avaliam a saúde financeira do sócio responsável e do CNPJ, e histórico de dívidas costuma pesar negativamente na análise de risco.

Com a conta aberta, o MEI pode realizar recebimentos, emitir boletos, movimentar valores e utilizar funcionalidades básicas sem grandes problemas. Alguns bancos digitais, inclusive, têm políticas menos rígidas para abertura de contas MEI, tornando o processo mais acessível mesmo a quem enfrenta restrições no nome. Entretanto, maiores limitações podem surgir, como ajuste no valor de transferências e indisponibilidade de talão de cheques ou financiamentos automáticos.

Para quem busca crédito como MEI estando com restrições no CPF, as opções se tornam bastante limitadas. Linhas especiais para microempreendedores e cartões de crédito PJ geralmente exigem que o cadastro esteja limpo. Alguns bancos podem aprovar limites baixos ou exigir garantias adicionais. Além disso, a aprovação de maquininhas de cartão, por exemplo, costuma não ser afetada, mas as funcionalidades de antecipação de recebíveis podem ser restritas.

Se o objetivo é expandir o negócio, negociar com fornecedores ou realizar investimentos usando crédito, regularizar pendências e limpar o nome se torna fundamental para conseguir melhores oportunidades financeiras e facilidades no dia a dia empresarial.

Como limpar o nome: dicas para regularizar sua situação

Estar com o nome negativado pode atrapalhar diversos planos e trazer restrições no acesso a crédito, financiamento e até em algumas ações do dia a dia. No entanto, regularizar sua situação é possível e, quanto antes agir, maiores são as chances de recuperar a saúde financeira e garantir mais tranquilidade para tocar seu empreendimento como MEI.

O primeiro passo para limpar o nome é identificar onde está a dívida. Consulte seu CPF nos principais órgãos de proteção ao crédito, como Serasa, SPC ou Boa Vista. Muitas vezes, o próprio portal do governo já mostra informações de pendências federais. Saber quais dívidas você possui e com quem permite atuar de forma objetiva.

Com a lista de pendências em mãos, entre em contato diretamente com os credores. Fazer uma negociação pode resultar em descontos, parcelamentos ou propostas vantajosas, principalmente em campanhas especiais para regularização de débito. Use sempre canais oficiais e desconfie de ofertas milagrosas de terceiros.

  • Organize suas finanças: Monte um orçamento para saber quanto pode pagar mensalmente, sem comprometer o fluxo de caixa do negócio.
  • Priorize dívidas com juros mais altos: Acertar pendências desse tipo tende a impedir o aumento do valor devido no longo prazo.
  • Anote todos os acordos fechados: Guarde comprovantes e registros dos pagamentos ou negociações.
  • Monitore a baixa da restrição: Após quitar ou renegociar a dívida, acompanhe a retirada do seu nome dos cadastros nos principais bureaus de crédito. Isso geralmente ocorre em até cinco dias úteis após pagamento total.

Outra prática importante é evitar fazer novas dívidas enquanto não estiver totalmente regularizado. Se possível, crie uma reserva de emergência e busque reorganizar seu planejamento financeiro para não cair novamente em restrição.

Lembre-se de que, embora quem está com o nome sujo possa abrir MEI, o acesso a crédito e outras facilidades pode ser limitado enquanto houver pendências. Regularizar o nome traz mais possibilidade de crescimento e proporciona mais segurança para avançar como empreendedor.

Perguntas frequentes sobre nome sujo e abertura de MEI

Quem tem restrição no CPF pode sim abrir um MEI. A principal dúvida de quem está com o nome negativado é sobre algum impedimento direto para se formalizar como microempreendedor individual. O fato é que o sistema nacional do MEI não faz consulta ao Serasa ou SPC na hora do registro, ou seja, a existência de dívidas não barra a abertura do CNPJ nesse regime.

No entanto, algumas dúvidas são recorrentes entre quem está nessa situação. Confira respostas objetivas para as principais questões:

  • Ter nome sujo impede a formalização como MEI?

    Não. Mesmo com restrição no CPF, é possível abrir o MEI pelo Portal do Empreendedor, utilizando apenas informações pessoais básicas e seguindo o cadastro normalmente.

  • Nome sujo dificulta outras etapas do negócio?

    Sim. Embora o CNPJ MEI seja liberado, a restrição pode atrapalhar ao solicitar crédito para pequenas empresas, já que bancos e financeiras consultam a situação do titular.

  • Há limite de débitos para abrir MEI?

    Não existe um valor máximo de dívida que impeça a abertura. O processo não exige consulta de débitos pendentes.

  • Posso fornecer nota fiscal sendo MEI e estar com o nome negativado?

    Sim, seu CNPJ continua válido para emissão de notas fiscais, independente de restrição no CPF. Só pode haver bloqueios se houver problemas antigos vinculados ao próprio CNPJ, não ao documento do titular.

  • Ter o nome sujo impede regularização fiscal do MEI?

    Não, a inadimplência pessoal não interfere nas obrigações e regularidade fiscal do CNPJ aberto como MEI, desde que os tributos relacionados ao CNPJ sejam pagos normalmente.

De modo geral, ter o nome sujo não impede a formalização ou o funcionamento da empresa como MEI, mas pode limitar benefícios relacionados a instituições financeiras e acesso a crédito. A orientação para todos que estão nessa condição é focar na organização das contas e buscar regularização, o que pode abrir ainda mais portas futuras para o novo negócio e melhorar a saúde financeira.

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